MInicontando é um lugar para inventar histórias!
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Ele falou pra não pisar que quebrava. Pisei forte, sorrindo. Não agüentou e pisou também, com medo. Apanhou e ficou de castigo, não devia quebrar a bengala da Dindinha.
Todos atenderam seus desejos sem reclamar. Mandou-os embora, um por um. Este agora era como vento, uma surpresa a cada dia. Tempestade na sua rotina e sol forte aos seus anseios.
Acordou diferente, sentindo-se fraca. Não lembrava quase nada da noite anterior. Bebera demais. Olhou-se no espelho. Lembrou então do beijo, do homem, do perfume. E sentiu a dor da mordida no pescoço.
Abriu o biscoitinho da sorte e leu a mensagem: - Viver a vida sem expectativas: isso é liberdade. Guardou o papel no bolso e seguiu catando mais comida no lixo do restaurante chinês.
Toda mãe considera o filho um herói. Dotado das melhores qualidades e valores. O dela não era diferente. Gostava de andar fantasiado de homem-aranha e falava com inimigos imaginários. Mas quando aos cinco anos fez seu primeiro salvamento ela pensou: - Será que as teias de aranha que vivo encontrando pela casa, são dele?